segunda-feira, 23 de novembro de 2009

1 ) O primeiro exemplo é a Skol Beats, com a festa Skol Sensantions, que atraiu 40 mil pessoas vestidas de branco ao ginásio de Anhembi, São Paulo. Os participantes puderam distribuir e trocar conteúdos pessoais do evento por meio de ferramentas de compartilhamento e sites como Flickr (fotos) e Youtube (vídeos). Por meio de um site montado apenas para o evento, os usuários da rede puderam escolher as atrações da noite (nacionais e internacionais)
Outro exemplo é o Bebê LG. Com o conceito “Você espera um som, mas acaba ouvindo mais do que esperava”, a Y&R criou uma campanha para a LG Eletronics com a finalidade de apresentar os celulares Music Phone LG . Com um vídeo amplamente divulgado em meios de comunicação e em sites como o youtube, a segunda fase da campanha esperava atingir uma maior interação entre a marca e o consumidor: a ferramenta criada, o site Bebê LG records, permite que o usuário grave sua voz, fazendo com que o bebê da propaganda cante a música escolhida. O grande diferencial é que qualquer pessoa pode enviar o resultado final para seus amigos e ainda tem seu vídeo disponibilizado na galeria do site.
E o 3º exemplo é a canditura de Barack Obama a presidência dos EUA. Obama criou campanhas direcionadas para diversos sites de mídia social e como resultado obteve 130 mil seguidores em seu Twitter, 14 milhões de visitas em apenas um vídeo no Youtube, um grupo no site de relacionamentos Facebook com 2,3 milhões de membros e mais de 3,1 milhões de doadores de recursos.
As vantagens são poder fazer pesquisas gratuítas de comportamento do consumidor, poder seguir os rastros do usuário e traçar um perfil. Também o cuidadoso tratamento de dados pode gerar um novo produto. Poder gerenciar o conceito da marca, entre outros.
Porém, se as atitudes tomadas tomares um tom corporativo, quebra a naturalidade e a autencidade do meio social, se tornando uma desvantagem. Se o perfil online for mal construído ou deixar lacunas, pode acabar com a credibilidade da marca com o usuário final. O excesso de informaçãoes pode se tornar outro ponto negativo, ja que o usuário sofre consequentemente com isso, além do mais, não esquecendo que a influência on-line espalha tanto as boas coisas, quanto as ruins, portanto sempre cuidar o conceito da marca.


2) A primeira regra a ser seguida é a formatação de um plano de ação. Quais são os principais objetivos? Vender um produto ou serviço? Criar uma comunidade? Atrair um maior tráfego ou popularidade para seu blog/site? Sem uma estratégia definida não há como avaliar qualquer tipo de resultado.
Em segundo lugar deve existir uma relação de honestidade e transparência legitima entre a marca e o consumidor. O usuário deve se sentir livre para escolher e recriar o conteúdo ou não, portanto, isso não deve ser controlado. A descentralização da informação, ou seja, o poder da mídia social atinge milhões de pessoas e, portanto, a ação deve ser distribuída através de milhares de vozes e não somente pela empresa. Devemos também entender que a visibilidade da marca e o sucesso da campanha devem levar em conta o perfil do usuário, seja ele financeiro, social, religioso, sexual, entre outros. Assim poderemos planejar e traçar a aceitação de um produto, o perfil de nossos clientes, para quem vamos publicar, entre outros.

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